Guia para uma TI mais estratégica.

Como a TI pode gerar mais valor para os negócios da empresa?

Quando a empresa vive um bom momento, ela precisa da TI para crescer. Quando enfrenta desafios, precisa da TI para mudar, preparando-se para um futuro mais brilhante. A TI estratégica é ágil, colabora com todas as áreas da empresa, e otimiza recursos em todas elas, contribuindo decisivamente para que empresa funcione melhor em tempos de economia digital: sua função é gerar valor. Ensina o Gartner que a TI, para realmente entregar valor aos negócios, precisa considerar três fatores: estratégia, custo e equipe.    


1. O que fazer em momentos de crise ou transformação  

organização de TI de uma empresa deve contar com estratégias que possibilitem agilidade e flexibilidade para rapidamente identificar e responder às necessidades de mudança indicadas por cenários econômicos e outros aspectos, como atualização tecnológica e ajustes frente à concorrência.  

Idealmente, as premissas que orientam a atuação da TI estariam em permanente questionamento e revisão, sempre referidas à maior eficiência operacional da empresa. De modo prático, aconselha-se uma revisão a cada mês, validando com as áreas de negócio os ajustes sugeridos.  

Estabelecer prioridades e foco da TI a cada momento é altamente desejável, de acordo com o Gartner, que relaciona estratégia a custos e equipe e propõe a seguinte tabela: 

Fonte: Gartner 

 

2. Custos: como otimizá-los em benefício do sucesso dos negócios  

Uma recomendação do Gartner ao CIO que pode parecer inusitada é manter sempre, não importa em que situação, fundos para inovação: “Nossa pesquisa mostra que as empresas que se destacaram durante a última crise retiveram pelo menos 5% a 7% de seus gastos com TI em projetos de inovação / transformação”.  

Especificamente para que os líderes da TI otimizem seus custos no sentido de atender às metas dos negócios da empresa, o Gartner aconselha: 

  • Analisar os projetos dando prioridade ao payback (tempo em que o projeto se paga), e não ao ROI (retorno sobre o investimento). Quando há limitações para o investimento é preferível adiar os projetos que consumam muitos recursos e/ou proporcionem um retorno lento. Priorizar o payback sobre o ROI levará à execução de projetos menores e mais ágeis, contribuindo para financiá-los em maior número. 
  • Suspender iniciativas que tornem a TI excessivamente burocratizada e trabalhar no sentido de que as diferentes áreas de negócio vençam seus desafios de custoem vez de concentrar sua atenção nos custos da TI.   

Quando se trata de não burocratizaré fundamental não ter medo da Shadow IT o que também significa nunca dizer “não” às necessidades das áreas de negócio e oferecer uma opção ideal para que as áreas de negócios possam ter ou criar suas soluções de forma assistida ou supervisionada. Assim, há opção para que as áreas de negócios possam criar suas próprias soluções de automação seguindo todas as regras de TI e de segurança. Cada vez mais elas terão que contar com a automação de seus processos de negócios, por uma questão que também inclui custos. E a TI poderá ajudar muito ao se aproximar de equipes “cidadãs” (como o Gartner chama os desenvolvedores não profissionais) e trabalhar com elas. O uso adequado de ferramentas de automação de processos de negócios pode resultar em economias muito grandes, de, por exemplo, 75% em relação à utilização de metodologias mais tradicionais. 

Para resumir, algumas questões sobre custo que o CIO deve ter em mente, segundo os analistas do Gartner: 

■ O que fazer para alcançar um nível de transparência financeira que apoie nossas decisões relacionadas a custos? 

■ Como envolver os stakeholders da empresa em discussões sobre oportunidades de mudar os investimentos em TI durante uma crise ou período de mudanças? 

■ Como podemos utilizar melhor os recursos de TI já existentes? 


3. 
E a sua equipe? 

Os profissionais de TI são elementoschave para que a área consiga ser ágil e estratégica na entrega de soluções para os negócios. Uma queixa frequente é a de que a TI, quando solicitada, demora a criar processos de automação digital para substituir processos manuais. No dia a dia das empresas, são requisições quase sempre urgentes, que acabam sendo resolvidas internamente pelo setor interessado. 

Quem reclama de que a TI demora meses (ou até se nega) a executar projetos que se originam em outras áreas da empresa muitas vezes ignora a realidade de escassez de profissionais de TI no mercado – uma das maiores causas, ao lado de custos, de a TI não conseguir atender a todos. 

A verdade é que as empresas estão passando por um processo de transformação digital que exige a colaboração de todos. E em que a TI pode ter um papel muito relevante, organizando, orientando times de desenvolvimento incluindo, como desenvolvedores de aplicações de automação de processos, os profissionais das respectivas áreas de negócio. Afinal, eles são quem mais entendem de seus processos e os mais interessados em torná-los melhores. 

As perguntas que o Gartner recomenda ao CIO sobre sua equipe apontam para a construção de um bom time com foco em entregar valor para os negócios: 

■ Qual é a equipe mínima que podemos ter em nossa TI? 

■ Nossos recursos de TI estão alinhados à direção em que a empresa estará investindo? 

■ A liderança de TI reconhece que a busca por talentos não pode “ligar e desligar” em função de ciclos econômicos?  

Plataformas low-code de automação de processos, como Zuri, permitem que a área de TI ofereça uma opção ideal para que as áreas de negócios e a própria área de TI criem aplicações e soluções de negócios com pouco conhecimento técnico. Desta forma, a área de TI pode focar em projetos mais estratégicos e se torne cada vez mais essencial para a empresa. Tudo enquanto reduz custos com a criação de soluções de negócios em uma plataforma low-code e automatizando processos. 

Interesse em saber mais sobre como habilitar áreas de TI e de negócios para serem mais estratégicas? Entre em contato com o time da Zuri contato@zuri.wf e acesse www.zuri.wf.


Referências: 

  1. Winning in the Turns: A CIO Action Guide, Gartner, julho de 2019. Analistas: Chris Howard, Barbara Gomolski, Sanil Solanki 
  2. Corporate Development for Tech CEOs Primer for 2019, Gartner, janeiro de 2019. Analistas: George Brocklehurst, Christine Tenneson, David Adams, Jeff Chamberlain, Neil McMurchy 

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