Sílvio Meira, criador do Porto Digital em Recife e do C.E.S.A.R. e voz respeitadíssima quando o assunto é inovação e tecnologia produziu um paper riquíssimo chamado “Gente, Digital”, e este material você pode baixar gratuitamente aqui.

Aqui vão alguns trechos que destacamos para você, bem como algumas das ilustrações que pontuam o livro com bom humor e leveza:

E isso não é um conjunto de frases de efeito: plataformas e mercados em rede não são nuvens passageiras, e seus impactos serão bem maiores do que podemos imaginar -só- olhando para trás. Suas redes, as redes que você forma ou das quais faz parte serão, muito em breve, seu negócio. Seja qual for seu negócio, de postos de gasolina a padarias, de fábricas de componentes a automóveis. Porque, se tudo rolar como está parecendo que vai, toda a sua produção será feita sobre plataformas que criam mercados em rede e o consumo, idem. Logo, logo. Tipo assim, na próxima década boa parte disso se resolve. Seu negócio no meio do rolo. Simples assim.

Uma das ilustrações do material:

Outro trecho interessante:

Para mudar, há um pequeno conjunto de coisas que precisam ser feitas. De verdade. Primeiro, é preciso entender que é fundamental aumentar a velocidade nativa de execução de negócios para começar a atuar, no mínimo, na mesma ordem de velocidade da mudança. E quem está chegando atrasado, portanto, tem que rodar numa velocidade maior que a da mudança. Parece um contrassenso. Fazer mais rápido o que vou deixar de fazer. Mas é isso, é criar um senso de urgência, onde atrasados tentam acelerar a criação de uma estratégia digital para consumidores ao mesmo tempo em que, com fornecedores, refinam e redefinem mecanismos e talentos que serão usados para executar um processo de mudança mais radical, de transformação digital.

Independente do quadrante de negócios, quem estiver liderando o processo de transformação digital vai tender a dar mais satisfação ao consumidor. Terá a possibilidade -porque fará mais rápido, mais eficiente e mais focado- de criar e evoluir relações mais fortes, que podem levar a mais crescimento e lucratividade e, com mais recursos, a mais capacidade para inovar. Mas aí tem um só se… Só se combinarmos capacidades digitais -as habilidades de usar tecnologias digitais tanto para melhorar a experiência dos usuários quanto o engajamento dos nossos colaboradores- com nossa destreza digital.
Destreza digital50, é a habilidade de auto-organização dos colaboradores para entregar novos [tipos ou formas de] valor a partir de tecnologias digitais que, por sua vez, estão organizadas em plataformas que tornam possível unificar todas as experiências comuns dentro e fora do negócio. Isso facilita encontrar pessoas, formar redes, responder às demandas individuais dos consumidores e torna mais fácil detectar mudanças, ou sinais fracos, nas redes ao redor.

Mais uma ilustração:

 

Quer saber mais?

Estamos à sua disposição para conversarmos sobre como Zuri pode alavancar os seus projetos!

{ "@context": "http://schema.org", "@type": "Organization", "url": "http://blog.zuri.wf", "logo": "http://blog.zuri.wf/wp-content/uploads/2017/12/cropped-logo_blog_invert_alpha.png" }